quarta-feira, 22 de junho de 2016

Aimé-Adrien Taunay (1803 - 1828)


Aimé-Adrien Taunay nasceu em Paris em 1803 e destacou-se no Brasil como pintor e desenhista no século XIX.
Era filho de Nicolas-Antoine Taunay, membro da Missão Artística Francesa, e chegou ao Rio de Janeiro ainda adolescente, acompanhando seu pai, que foi também seu professor.
Em 1818 foi contratado pelo naturalista Louis-Claude de Saulces de Freycinet para ser o ilustrador em sua viagem de circum navegação a bordo da corveta Uranie que durou dois anos e enfrentou um naufrágio nas ilhas Malvinas. 
No ano de 1825 foi contratado para integrar a Expedição Langsdorff, substituindo Rugendas que se desentendera com o Barão Langsdorff. A empreitada foi repleta de conflitos internos e outros desastres, e acabou por cobrar a vida do artista, tragado pela correnteza do rio Guaporé quando tentava atravessá-lo a nado, em janeiro de 1828.
Deixou preciosa documentação visual dos territórios por onde passou, mas além do simples retrato da paisagem preocupou-se em incluir elementos que registrassem aspectos sócio-culturais, como os habitantes do local e seus costumes, inserindo-o na corrente dos artistas românticos do século XIX.
Taunay faleceu a 5 de janeiro de 1828 no Rio Guaporé, Mato Grosso.

quarta-feira, 8 de junho de 2016

Robert Schumann (1810 - 1856)


Robert Alexander Schumann nasceu em Zwickau (Alemanha) a 8 de junho de 1810 e destacou-se como compositor. Menino-prodígio como pianista, Schumann também adquiriu notável cultura literária. Foi aluno, a partir de 1828, do famoso pedagogo Friedrich Wieck, em Liepzig. Tornou-se um virtuoso do piano, até que, em 1832, uma deformação incurável de um dedo encerrou sua carreira. 
A obra de Schumann influenciada por Byron inseriu-se no Romantismo alemão denotando-se um pessimismo profundo. 
A criação artística de Schumann realizou-se eruptivamente: muitas obras de valor em curto espaço de tempo, seguidas de intervalos, de produção menos importante. Em menos de três anos o compositor criou suas melhores obras de piano, altamente românticas e poéticas, só comparáveis às de Chopin.
Schumann também foi excelente crítico de música. Foi severo com Rossini e Meyerbeer, reconheceu o valor de Mendelssohn, descobriu obras inéditas de Schubert, saudou devidamente Chopin e adivinhou o génio de Brahms.
Schumann faleceu em Endenich a 29 de julho de 1856.

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