domingo, 25 de maio de 2014

Gonçalo Ribeiro Telles

Linha de topo da folha de selos

Gonçalo Ribeiro Telles nasceu em Lisboa a 25 de Maio de 1922. É arquitecto paisagista e engenheiro agrónomo, e doutor honoris causa pela Universidade de Évora desde 1994, onde é professor catedrático jubilado. Foi subsecretário, secretário de estado e ministro em pastas ligadas ao ambiente. Da sua passagem pelo Governo e pela Assembleia da República destaca-se a promulgação de legislação fundamental sobre Ordenamento do Território e o Ambiente. Como vereador da Câmara Municipal de Lisboa, apresentou, entre outras, as propostas de criação do Parque Periférico e do Corredor Verde de ligação do Parque Eduardo VII ao Parque Florestal de Monsanto. É autor de diversos planos de ordenamento do território e da paisagem e de inúmeros projectos de espaços verdes públicos e privados. Em 2013 a Federação Internacional dos Arquitectos Paisagistas, que representa a arquitectura paisagista a nível mundial, atribuiu o IFLA Sir Geoffrey Jellicoe Award a Gonçalo Ribeiro Telles. Este prémio representa a maior honra que esta Federação pode conceder e reconhece um arquitecto paisagista, cuja obra e contribuições ao longo da vida tenham tido um impacto incomparável e duradoiro no bem-estar da sociedade e do ambiente e na promoção da profissão. (Leitão, M. 2014)


quinta-feira, 15 de maio de 2014

Bartolomeu Dias

Emissão: Portugal, Emissão base “Navegadores Portugueses - 3.º grupo” - 06/03/1992
Data provável de nascimento em 1450, foi um navegador português que ficou célebre por ter sido o primeiro europeu a navegar para além do extremo sul de África “passando” o Cabo das Tormentas (posteriormente chamado Cabo da Boa Esperança) e chegada ao Oceano Indico a partir do Oceano Atlântico.


quinta-feira, 8 de maio de 2014

Diogo Cão

Emissão: Portugal, Selo da série de selos “Datas da História” - 28/08/1986
Data provável de nascimento em 1440, foi Escudeiro e depois Cavaleiro da Casa do Infante D. Henrique, realizou duas viagens de descobrimento da costa sudoeste africana, entre 1482 e 1486.


domingo, 4 de maio de 2014

João Gonçalves Zarco (620 anos do nascimento)


João Gonçalves Zarco
(Leça da Palmeira (ou Tomar) 1394 — 1467, Funchal) foi um navegador e fidalgo português da Casa do Infante D. Henrique. Comandante de barcas, descobriu a ilha de Porto Santo (1418), com Tristão Vaz Teixeira; depois a ilha da Madeira, com Bartolomeu Perestrelo (1419).
Neto do Vedor da Fazenda de D. João I (1385-1433), João Afonso, foi armado cavaleiro pelo próprio Infante D. Henrique, a cujo lado combateu na tomada de Ceuta. Zarco não era, realmente, o seu apelido de família, e sim uma alcunha, derivada, segundo a lição etimológica de José Pedro Machado, da expressão árabe zarka, que pode ser interpretada como aquele que tem olhos azuis. Tem igualmente o sentido de zarolho e de facto consta que ele era cego de um olho.
Faleceu em idade avançada no Funchal, por volta de 1467, vindo a ser sepultado na Capela de Nossa Senhora da Conceição, que ele próprio mandara edificar em 1430, e onde os seus restos ainda repousarão, muito embora o mausoléu tenha sido demolido, em 1768, a pedido da abadessa do Convento de Santa Clara, no qual fora, entretanto, integrada a pequena capela quatrocentista.



Selo colocado em circulação a 06/03/1990


sexta-feira, 2 de maio de 2014

Fernão Mendes Pinto (400 anos da 1.ª edição Peregrinação)

Selos colocados em circulação a 24/02/2014

Fernão Mendes Pinto nasceu em Montemor-o-Velho, talvez em 1510, e morreu em Almada, supostamente a 8 de julho de 1583.

Em 2014 perfaz-se quatrocentos anos desde a primeira edição de Peregrinação, magistral relato de uma longa viagem ao Oriente que valeu a imortalidade a «um herói feito de carne humana», Fernão Mendes Pinto (1510 - 1583).
Os desígnios da história encarregar-se-iam de consagrar como obra-prima da literatura universal este extraordinário livro autobiográfico escrito por um grande viajante português do século XVI que foi aventureiro, mercador, embaixador, mercenário, esmolante, marinheiro e pirata. E ainda «treze vezes cativo e dezassete vendido(...)».
Ao longo de 266 capítulos povoados de emoção e aventura, o autor descreve num tom fresco, espontâneo, coloquial, as impressões de um europeu em contacto com a civilização asiática, as suas gentes, tradições, cultos, paisagens. Paralelamente, dá a conhecer a acção dos portugueses no Oriente, não raras vezes perpassando ao leitor apontamentos de crítica e de sátira
Título primordial do género «literatura de viagens», Peregrinação distingue-se pelo espírito picaresco que atravessa toda a obra, patente numa clara inversão do estilo heróico. Há quem lhe chame uma anti-epopeia. Mostrando «que misérias compõem um homem», as personagens surgem desnudadas nas suas fraquezas e medos.

 
Bloco

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